Íntegra
A presença de presidentes da República na Marquês de Sapucaí e em outras avenidas do samba do país não é novidade. Ao longo das décadas, agremiações transformaram chefes do Executivo em símbolo de projetos nacionais, personagens históricos ou alvos de crítica social. A forma e o contexto de cada homenagem, no entanto, variaram conforme o momento político.
Lula é o presidente mais retratado pelas escolas de samba e o único a se tornar tema central enquanto ocupa o cargo.
Ao longo do tempo, presidentes foram exaltados quando associados a projetos nacionais ou criticados em contextos de tensão política e social.
A novidade de 2026 está menos na presença de um presidente na avenida — prática já consolidada — e mais na combinação entre enredo central, exercício do mandato e calendário eleitoral em curso.