Futuros de NY sobem antes de dados de inflação e possível decisão sobre tarifas

sexta-feira 20 fevereiro de 2026, às 05h 43min
Futuros de NY sobem antes de dados de inflação e possível decisão sobre tarifas
Resumo

Os índices futuros dos EUA estão em alta, enquanto investidores aguardam dados econômicos, incluindo o índice PCE e o PIB do quarto trimestre. A temporada de balanços continua, com Nvidia e Dell prestes a divulgar resultados. Os mercados asiáticos fecharam em baixa, enquanto os europeus operam em alta. Os preços do petróleo atingem máximas em seis meses amid tensões EUA-Irã.


Íntegra

Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta sexta-feira (20), enquanto investidores aguardam uma série de dados econômicos e uma possível decisão da Suprema Corte sobre as tarifas do presidente dos EUA, Donald Trump.

O mercado acompanha a divulgação do índice de Despesas de Consumo Pessoal (PCE), referente a dezembro, principal termômetro de inflação observado pelo Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA). A expectativa é de alta de 0,3% na comparação com novembro e de 2,8% na base anual. Também será divulgado o Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre, com projeção de crescimento de 3%.

A temporada de balanços segue a todo vapor, com a Nvidia e a Dell previstas para divulgarem seus balanços na próxima semana, o que pode indicar a extensão da queda nas ações de empresas de IA que alguns analistas consideram exagerada.

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em baixa, após os três principais índices de Wall Street terem recuado durante a noite, pressionados pela queda das ações de crédito privado e pelas tensões entre Irã e Estados Unidos.

O índice Kospi, da Coreia do Sul, atingiu nova máxima pela segunda sessão consecutiva, impulsionado por uma alta nas ações de semicondutores e do setor de defesa.

Os mercados europeus operam em alta, com os investidores aguardando dados econômicos e mais balanços corporativos, enquanto monitoram as tensões entre os EUA e o Irã.

Os preços do petróleo subiram para o maior patamar em seis meses, com o presidente dos EUA, Donald Trump, alertando que o Irã tinha, no máximo, 10 dias para chegar a um acordo sobre seu programa nuclear, enquanto os EUA mobilizavam uma vasta gama de forças no Oriente Médio.


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