Nas redes sociais, Gilmar Mendes cumprimenta socialista eleito em Portugal

segunda-feira 9 fevereiro de 2026, às 10h 16min
Nas redes sociais, Gilmar Mendes cumprimenta socialista eleito em Portugal
Resumo

O ministro do STF, Gilmar Mendes, parabenizou António José Seguro, novo presidente de Portugal, destacando sua vitória como um sinal da confiança do povo e a vitalidade das instituições democráticas. Mendes expressou esperança de que o mandato de Seguro fortaleça o Estado de Direito e a cooperação entre democracias. Ele organiza anualmente o Fórum Jurídico de Lisboa, associado a críticas de lobby político.


Íntegra

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, publicou nesta segunda-feira, 9, uma mensagem no X para cumprimentar o presidente eleito de Portugal, o socialista António José Seguro. Ele mencionou a vitória nas urnas e destacou o sistema democrático do país.

"Cumprimento o presidente eleito de Portugal, António José Seguro, pela expressiva vitória nas urnas", escreveu o ministro. Segundo ele, o resultado é uma "manifestação inequívoca da confiança do povo português e da vitalidade de suas instituições democráticas".

Em seguida, o ministro disse que a vitória "reafirma a tradição democrática de Portugal". Ele diz que "a solidez de seus mecanismos institucionais de alternância de poder" são fundamentais para a estabilidade política do país.

Além disso, o ministro também afirmou que deseja que, no mandato de Seguro, haja o "contínuo fortalecimento do Estado de Direito e pela ampliação da cooperação entre as nações democráticas."

Todos os anos desde 2013, Gilmar organiza o Fórum Jurídico de Lisboa, conhecido informalmente como "Gilmarpalooza". O evento reúne autoridades, advogados, empresários e políticos para debates e agendas paralelas.

Oficialmente, o organizador do fórum é o Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), do qual o Gilmar é sócio. Também ocorre em parceria com o Lisbon Public Law Research Centre e a FGV Justiça. O encontro, no entanto, é descrito por críticos como um espaço de lobby político.


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