Responsabilidade do apagão que se vivia na saúde do RJ era dos Bolsonaro, diz Padilha

domingo 15 fevereiro de 2026, às 13h 57min
Responsabilidade do apagão que se vivia na saúde do RJ era dos Bolsonaro, diz Padilha
Resumo

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, atribuiu ao grupo "Bolsonaro" o "apagão" na saúde do Rio de Janeiro, destacando problemas como leitos bloqueados e superlotação. Durante a inauguração do novo Centro de Emergência do Hospital Cardoso Fontes, ele citou relatos de trabalhadores que precisavam pagar a milícias para atuar. Padilha elogiou a decisão corajosa do presidente Lula para reestruturar hospitais federais.


Íntegra

O ministro da Saúde Alexandre Padilha disse que o "apagão" que se vivia na saúde do Rio de Janeiro era de responsabilidade de pessoas com sobrenome "Bolsonaro".

Segundo o ministro, a imprensa informava uma situação em que um grupo "mandava no funcionamento", e que a saúde vivia um cenário de "força de trabalho insuficiente, contratos fraudados, leitos bloqueados e superlotação".

"Chegava a ter situação, presidente, e estão aqui vários trabalhadores do hospital Cardoso Fontes testemunhas disso, que trabalhadores desse hospital tinham que pagar pedágio para a milícia que dominava o estacionamento aqui do Cardoso Fontes pra poder trabalhar e atuar", afirmou o ministro em cerimônia de inauguração do novo Centro de Emergência 24h para crianças e adultos do Hospital Federal Cardoso Fontes, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.

Padilha afirma que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, presente no evento, tomou uma decisão corajosa para enfrentar pela primeira vez um grande plano de estruturação dos hospitais federais do Rio de Janeiro.


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