Íntegra
Quem viveu a era da computação nos anos 90 deve se lembrar dos pequenos blocos coloridos se reorganizando na tela durante a desfragmentação do disco. Para resgatar essa memória, o projeto Windows 98 Disk Defrag Simulator recriou a ferramenta clássica do sistema operacional da Microsoft.
A desfragmentação de discos rígidos serve para reorganizar os dados armazenados. Com o uso do computador, arquivos grandes são divididos em partes menores e espalhados por diferentes áreas do disco.
Quando o sistema precisa acessar esses arquivos, o disco leva mais tempo para encontrar todas as partes, o que pode causar lentidão. A desfragmentação resolve isso, pois reúne os fragmentos em áreas contínuas, facilitando a leitura.
Sim, o Windows 10 e 11 ainda têm ferramentas de otimização de unidades. A grande mudança é que agora quase sempre o processo acontece de forma automática e em segundo plano, sem você precisar mexer em nada.
A tecnologia de armazenamento também mudou. Os discos rígidos tradicionais (HDDs) ainda se beneficiam da desfragmentação, mas os SSDs, comuns em PCs mais novos, não precisam e nem devem ser desfragmentados. Neles, o sistema aplica automaticamente técnicas, como o TRIM, que mantêm o desempenho sem reorganizar fisicamente os dados.
Para a maioria dos usuários, portanto, não é mais necessário se preocupar com isso manualmente, pois o Windows cuida da otimização sozinho.